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Contabilidade para autônomo: saiba como melhorar seu controle financeiro

Publicado em 07/12/2017

lista com dicas de controle financeiro

O número de pessoas que decide trabalhar por conta própria está crescendo cada vez mais no Brasil. De acordo com o IBGE, no último ano houve um aumento de 1,3 % de profissionais autônomos no país, o que representa mais de 22 milhões de pessoas. E se você faz parte desse grupo ou quer se juntar ao time, temos uma recomendação importante: manter o controle financeiro requer mais do que anotar os ganhos e gastos.  É preciso ter a documentação em dia, estar quite com o Fisco e fazer um bom fluxo de caixa.  Mas, não se preocupe! Para ajudá-lo nessa, preparamos uma lista do que você precisa. Confira!

Documentos do profissional autônomo

Para regularizar a sua situação, o profissional autônomo precisa fazer o Cadastro de Contribuintes Mobiliários, o CCM, na prefeitura da cidade. Depois, é necessário fazer o cadastro de Contribuinte Individual no site da Receita Federal.

Outra alternativa um pouco menos burocrática e que também formaliza o autônomo é se tornar MEI – microempreendedor individual. Se você escolher esse caminho, só precisa preencher o cadastro no Portal do Empreendedor com os seus dados e atividade. O CNPJ sai na hora junto com a sua certidão de MEI, e de graça. Com esse documento em mãos, você solicita o alvará na prefeitura e pode emitir nota fiscal.

Impostos pagos pelo profissional autônomo

Quando o autônomo emite nota fiscal ou pega um recibo para formalizar o serviço prestado ou produto vendido para outra empresa, ele paga alguns impostos que vão depender da maneira como se profissionalizou. Veja como funciona:

  • MEI: ao se tornar microempreendedor individual, você deve recolher um valor fixo por mês, que fica em torno de R$ 50. Essa quantia engloba os impostos devidos e você mesmo paga por meio de um boleto que imprime no Portal do Empreendedor. Sendo MEI você pode emitir notas fiscais e independentemente da quantidade, o valor da guia permanece o mesmo. Vale lembrar que mantendo em dia as mensalidades, você tem direito à aposentadoria, auxílio-doença e maternidade. Mas não esqueça: o faturamento máximo do MEI é de R$ 60 mil por ano.
  • CCM: ao optar pelo cadastro como autônomo no site da prefeitura, a empresa que negocia com você emite o RPA – Recibo de Pagamento Autônomo. Esse documento vai gerar os tributos pagos por você ao Fisco, isto é, a quantia que vai ser descontada do seu recebimento para cumprir as obrigações fiscais. São eles:
  • INSS: é contribuição para a previdência, ou seja, para a aposentadoria. O valor descontado vai de acordo com o recebimento e as faixas de contribuição.
  • ISS: é o Imposto Sobre Serviço e varia em cada município – por isso, a dica é conferir como funciona na prefeitura da sua cidade. Em algumas regiões, o autônomo cadastrado paga uma quantidade anual e fica dispensado da cobrança no RPA.
  • IRRF: o Imposto de Renda Retido na Fonte é o terceiro tributo a ser pago. O cálculo segue a tabela da Receita Federal e também é deduzido do seu pagamento. É importante guardar esses valores para fazer a declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física anual.

Fonte: Jornal Contábil 

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